Os melhores e piores momentos de Resident Evil: Trilogia 4, 5 e 6

 Ainda em preparação para o lançamento de Resident Evil: Requiem, aqui vai mais uma lista citando o melhor e o pior momento da segunda trilogia de Resident Evil.



Clique aqui para ler os melhores e piores momentos da trilogia inicial.


Lembrando que é uma lista inteiramente pessoal, sintam-se livres para comentar a opinião de vocês! O texto abaixo pode conter SPOILERS sobre os jogos citados.


RESIDENT EVIL 4 (2005)



Melhor momento: Embate contra Regenerador.


Um dos inimigos mais assustadores de toda a franquia: o Regenerador é um bicho repugnante que é difícil de matar. Além do visual tenebroso, ele ainda possui uma respiração de gelar a espinha, principalmente para aqueles que jogarem de fone de ouvido numa noite escura. Resident Evil 4 usa muito bem este momento para criar tensão, fazendo o jogador explorar o laboratório cheio desses bichos e encontrar uma mira de calor que ajudará a exterminá-los! É um trecho que define tudo que tem de melhor na franquia: terror, leva e traz de itens e combate estratégico.




Pior momento: a chegada na ilha


Ironicamente, na mesma área dos Regeneradores, temos a pior parte do jogo: a chegada na ilha. Somos recebidos com uma batalha que possui até zumbis armados com metralhadoras, é caótico e quebra subitamente o clima do jogo. Quando penso em rejogar Resident Evil 4, essa é a parte que eu certamente gostaria de pular. No geral, o trecho da ilha é cheio de momentos similares, mas quando eles chegam, você já está anestesiado, pois a "recepção" já lhe preparou.




RESIDENT EVIL 5 (2009)



Melhor momento: Embates contra Wesker


Resident Evil 5 é polêmico, mas muita gente se divertiu com ele, principalmente com a inserção do modo cooperativo. Eu sou uma dessas pessoas. É um jogo que joguei muito com meu irmão e tem um lugar especial nas minhas memórias, mas sem dúvidas um dos maiores acertos dele são os embates contra o Wesker. Chris Redfield tinha contas a acertar contra o maior vilão da franquia e o jogo não decepciona em entregar batalhas divertidas e conclusivas, é épico e catártico ver Chris triunfar sobre o homem que ele jurou destruir muitos anos antes (literalmente, já que Wesker era um vilão desde o primeiro jogo da franquia).




Pior momento: A inteligência artificial de Sheva


Não é bem um momento, mas como o jogo é extremamente focado na ação, jogar sozinho pode ser uma das experiências mais frustrantes de toda a franquia, já que a IA da companheira Sheva não vai lhe ser muito útil, muitas vezes mais atrapalhando do que ajudando. Um conselho: arranje alguém para jogar junto, sem exceção!



RESIDENT EVIL 6 (2012)



Melhor momento: O final da campanha de Chris e Piers


Ok, eu não sou um grande fã de Resident Evil 6, e confesso, é até difícil pensar num melhor momento, mas não pode ser outro. A conclusão da campanha de Chris e Piers é linda, de certa forma. O sacrifício de Piers é um momento emocionante e bem feito, pois vemos o carinho que ele possui por Chris. É triste e dramático, o que casa com a vibe "irmãos de exército" desta campanha em específico.




Pior momento: o resto do jogo


Brincadeira, kkkkkkkkkk.


Mas sério, eu diria que tem muita coisa errada aqui que fica até difícil escolher a pior, mas de cabeça eu lembro de odiar aquele trecho com o Jake em que temos que derrubar dois gigantes. É chata e repetitiva, como a maior parte do jogo, então deixo essa aqui para pontuar o quão ruim é Resident Evil 6.




E é isso por agora, na próxima abordaremos RESIDENT EVIL 7 e 8.


Escrito pelo andarilho Júlio Santos.

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